Meios & Publicidade - Iberian Masterclass, 6th September 2007
O CEO da Omnicom Media Group, Luís Mergulhão e o director de marketing da Unicer, João Sampaio, vão ser dois dos oradores no seminário Iberian Masterclass, a decorrer em Madrid no próximo dia 9 de Outubro.
Para abordar o mercado dos media na Península Ibérica, Mergulhão integra um painel de três profissionais, ficando ao lado de Ana de Martin e Javier Sarasola, managing directors da Starcom Madrid e Mediaedge:CIA Espanha, respectivamente. João Sampaio irá entrar em cena no mesmo dia, duas horas mais tarde como único orador do tópico "A perspectiva de um marketeer regional".
João Neves
Meios&Publicidade- http://www.meiosepublicidade.pt/2007/09/06/luis-mergulhao-e-joao-sampaio-falam-no-iberian-masterclass/
Jormal Briefing - Iberian Masterclass, 7th September 2007
Mergulhão e Sampaio no Iberian Masterclass
Luís Mergulhão, CEO do Grupo Omnicom Media, e João Sampaio, director de marketing da Unicer, são os representantes nacionais no Iberian Masterclass, seminário organizado em parceria pela CSquared Communications e pelo grupo Consultores. Os profissionais portugueses fazem parte do painel de oradores convidados para o evento, um evento que já passou por cidades como Praga, Moscovo ou Nova Iorque, e que este ano apresenta a perspectiva ibérica do mercado da criatividade e da comunicação em media. O Iberian Masterclass realiza-se em Madrid no dia 9 de Outubro.
Briefing- http://www.jornalbriefing.iol.pt/noticia.php?id=851410&div_id=3418
Don't Budget by Medium - NY Masterclass, 9th September 2007
And Other Words of Wisdom on Erasing False Distinctions Between Digital and 'Old' Media
Buried in a keynote presentation by Yahoo Chief Marketing Officer Cammie Dunaway was this advice to marketers: "Don't budget by medium." And as Tony Weisman, Digitas Chicago president, pointed out, they may have been the wisest words spoken during Advertising Week. (Cammie appeared at a MasterClass event presented by the folks who brought you the Venice Festival of Media, and co-hosted by Ad Age.)
It strikes me as kind of funny (odd funny, not ha-ha) how seemingly every speech by, or conversation with, an executive in the marketing, agency or media business, invariably touches on two themes that are absurdly obvious and contradictory at the same time: 1) digital has got to be at the core of everything you do, and; 2) an idea or consumer insight has got to be at the core of everything you do.
My first inclination is to dismiss both as empty buzzphrases. But they come up so constantly it's worth a deeper exploration into the psychology of the business to determine the root of the obsession. It may simply be fear-based, a mantra from those over 40 who may "get" digital but know they don't feel it in their bones the way the 25-year-olds gunning for their jobs do.
What bothers me most is how often the phrases are articulated in the same conversation without the speaker noting that they can't co-exist because they cancel each other out. If a technology or platform is at the core of your strategy, then an idea or insight isn't, and vice-versa.
My second favorite phrase of the week wasn't spoken in front of an audience, but over lunch with Carat CEO David Verklin, who was offering a deeper dive into his recent decision to merge Carat's offline and online operations. Said David (by way of explaining why keeping the units separate but forcing them work together wasn't good enough): "Synchronization isn't integration." Amen.
I've touched on this topic before, but if there's one thing that makes me want to scream, it's the false lines otherwise-intelligent people insist on drawing between digital and everything else. It creates a deep split down the center of the business, fosters an atmosphere of fear on one side (traditional media) and smugness on the other (cough, digital), confuses clients, distracts from more urgent priorities and ultimately ensures that ideas and insights are forced to the side.
And it's meaningless. Andy Von Kennel of PHD North America, another MasterClass speaker, pointed out the absolute absurdity of a statement such as the following: "We want to use traditional media in non-traditional ways." For anyone who's ever bought or sold a creative media concept in any non-digital format, the sentence is a slap in the face, as insulting and condescending as the words "old media."
It doesn't matter whether an idea is executed via a social-networking site or an ad on the side of a bus. It matters whether the idea is good. I mean, really, why do I even have to say something that obvious? Yet, sadly, it seems necessary not only to say it but to hammer home the point repeatedly.
Rather than reinforcing an artificial divide, agencies, marketers and media owners need to alter their structures, business models, compensation incentives and strategies. Then, perhaps, they can bridge the gap, or, better yet, make it disappear.
Scott Donaton
Advertising Age- http://adage.com/whentrainsfly/article?article_id=120712
Briefing - Iberian Masterclass, 10th October 2007
Decorreu ontem em Madrid a conferência Masterclass, organizada pela C Squared Communications em parceria com o Grupo Consultores, dedicada ao tema da Media. Como representantes de Portugal, estiveram presentes Luís Mergulhão, CEO da OMG Portugal, e João Sampaio, director de marketing do grupo Unicer, que apresentaram casos de sucesso das respectivas empresas.
Por sua vez, o Grupo Consultores, através de César Vacchiano, vice-presidente executivo do grupo, apresentou o Media Survey 2007, o qual revela uma expectativa de crescimento geral do investimento publicitário para 2008, mas com evoluções relativas muito diferentes. Neste estudo fica à vista a queda de cerca de 18% do investimento publicitário na televisão tradicional. Pior é ainda o declínio nos jornais pagos e nas revistas, e ainda na rádio e no cinema. Do lado oposto, está o crescimento esperado na imprensa gratuita e na internet, com crescimentos de dois dígitos.
A conferência Masterclass, cujo media partner foi o jornal briefing, sublinhou a necessidade de encontrar novas formas de ajudar as marcas a cativar os consumidores de media. Três problemas ficaram identificados: a concentração nos grupos de media, que não ajuda à criatividade; o caminho aberto para a compra de espaço pelas próprias agências de publicidade; e a gritante hegemonia do espaço publicitário na televisão que ainda garante a maioria esmagadora dos contactos comerciais. A televisão, segundo César Vacchiano, «é vista como menos eficiente mas ainda é o meio mais planeado pela agências».
De alguma forma surpreendente, o meio outdoor está a ganhar posições face aos outros meios, segundo o mesmo estudo anual que entrevistou 700 clientes e decisores de agências em Portugal e Espanha. «Mas de uma forma geral, a media que oferece inovação, soluções criativas e novas oportunidades, é mais atraente e faz aumentar a procura, porque toda a gente procura a diferenciação», conclui o mesmo responsável.
Para exemplificar as novas tendências, foi citado o caso da Kimberly-Clark que desviou 1/4 do investimento em meios tradicionais para os novos media.
A conferência teve por anfitrião Charlie Crowe, CEO da C Squared Holdings, empresa responsável pela organização do Festival de Media de Veneza, evento que no próximo ano decorrerá de 13 a 16 de Abril, em Itália.
Rui Camarinhaen
Meios & Publicidade - Iberian Masterclass, 11th October 2007
Por que precisa a media de ser mais criativa?
"A media não era vista pelos anunciantes
Num cenário em que quatro grandes grupos (WPP, Publicis, Omnicom e Interpublic) concentram 70% do investimento global, "a consolidação levou a que as agências funcionassem de uma forma similar. O preço e as ferramentas são muito parecidos. As pessoas da media precisam de ser mais criativas para se diferenciarem e serem mais competitivas", apontou Charlie Crowe, CEO da C Squared, empresa que, além de ter promovido este evento, edita a revista Cream e organizou no ano passado a primeira edição do Festival de Media de Veneza. Quando em
Para os anunciantes, e na voz de Oliver Cleaver, responsável pela área de media na Europa da Kimberly-Clark e gestor de um budget de cerca de 80 milhões de euros, o foco diário, se dúvidas houvesse, está nos resultados. A pressão pelos resultados financeiros imediatos é incompatível, sustenta Cleaver, com a visão de longo termo necessária para a criação de uma marca. "Esta relação pode ser
E qual a resposta das agências a estes desafios? Do lado português, Luis Mergulhão, CEO do Omnicom Media Group Portugal, apresentou os casos dos Directos do Jumbo, dos Momentos XL da Super Bock, da mudança de imagem da
A conferência, que decorreu ontem em Madrid, contou ainda, entre outros, com a participação de João Sampaio, director de marketing da Unicer, e Tom Himpe, sénior strategist da Naked Communications.
Mais detalhes sobre a Masterclass na edição de papel. O M&P viajou a convite do Omnicom Media Group.
Rui Oliveira Marques
